Página inicial
Arquidiocese de Campinas
Você está em: Página inicial » Notícias

Notícias

4 de Maio de 2017

4 de Maio de 2017: Centenário de Nascimento do Monsenhor Favorino Carlos Marrone

Monsenhor Favorino Carlos Marrone nasceu em Campinas, no dia 04 de maio de 1917, filho de Camilo Marrone, o mais popular e querido barbeiro de Campinas, e de Filomena Vivo Marrone. A família morava na Rua Luzitana, 89, hoje centro da cidade. Fez os seus estudos primários na Escola Paroquial de Santa Cruz, nos anos de 1925 e 1926, sendo coroinha de Dom Idílio José Soares (que foi Bispo de Petrolina e de Santos), então Cônego, que o enviou para o Seminário Diocesano de Campinas, onde estudou no período de 1927 a 1932. Cursou Filosofia e Teologia no Seminário Central da Imaculada Conceição do Ipiranga, de 1933 a 1939.

Foi ordenado Presbítero na Catedral de Campinas, por Dom Francisco de Campos Barreto, no dia 03 de dezembro de 1939, juntamente com os Padres João Baptista Germano Prado, Antonio Mariano Camargo, Hilario Ferraz Coelho, Paulo Edson Pellice Licio e Eufrosino Tomaz.

No dia 21 de dezembro de 1939 foi nomeado Vice-Pároco Coadjutor da Paróquia São João Batista, em Capivari; em 23 de janeiro de 1941 como Vice-Pároco Coadjutor na Paróquia Nossa Senhora do Amparo, em Amparo; no dia 30 de dezembro de 1942, para o Seminário Diocesano, onde exerceu os cargos de Professor e Ministro de Disciplina; neste mesmo dia foi nomeado Capelão do Patronato São Francisco de Campinas; foi, ainda, Diretor da Ordem Terceira de São Francisco e da Pia União das Filhas de Maria do Patronato São Francisco, em Campinas, de 1943 a 1947. Fez o curso “Por um Mundo Melhor” em Rocca di Papa, Roma com o Padre Lombardi em 1963. Foi escolhido para a vaga de Cônego Honorário do Cabido Metropolitano de Campinas, deixada pela morte do Cônego Orestes Ladeira, em 23 de outubro de 1959, e Cônego Catedrático do Cabido Metropolitano em 1963.

Em 30 de janeiro de 1948 Dom Paulo de Tarso Campos assinou portaria nomeando o Padre Favorino Carlos Marrone como Pároco Amovível da Rocinha, atualmente Vinhedo, onde tomou posse no dia 1º de fevereiro. Foi na cidade de Vinhedo que Monsenhor Favorino dedicou 61 anos de sua vida, fazendo parte da história da cidade. Participou do processo de emancipação de Vinhedo, ajudou a construir a Santa Casa, o Lar da Caridade, a Capela do Cemitério, entre outros. Sua grande obra foi a construção da Matriz de Sant'Ana, com grande empenho e determinação.

Para Monsenhor Favorino, uma de suas maiores emoções foi o encontro com o Papa João Paulo II, em 1989, quando recebeu o título de Monsenhor.
No dia 18 de dezembro de 1992, Dom Gilberto Pereira Lopes nomeou o Padre João Aparecido Passadori para a Paróquia Sant´Ana e o Monsenhor Favorino tornou-se presbítero emérito da Arquidiocese de Campinas, continuando a residir em Vinhedo e a exercer o seu ministério sacerdotal no atendimento ao povo e na celebração da Eucaristia.

Nos 92 anos de vida teve sua vida intimamente ligada à história do município de Vinhedo, onde trabalhou por mais de 60 anos. Em demonstração de gratidão e carinho, o povo de Vinhedo lotou a Matriz de Sant´Ana na despedida ao Monsenhor na Missa de Corpo Presente presidida por Dom Bruno Gamberini, em 23 de agosto de 2009. Após a Missa, o corpo foi levado em cortejo por um caminhão do Corpo de Bombeiros até o Cemitério Municipal de Vinhedo, onde foi sepultado diante de uma multidão emocionada.

Hoje, dia em que celebraremos os cem anos de nascimento do Monsenhor, 4 de maio de 2017, haverá a Transladação de seus restos mortais, que começará no Cemitério Municipal às 18h, percorrendo a cidade de Vinhedo com uma grande carreata até a Igreja Matriz de Sant'Ana. A Santa Missa, logo em seguida, está prevista para começar às 19h30.

Isto acontecerá pois o Monsenhor expressou, ainda em vida, seu desejo de ser sepultado na Igreja que ele mesmo idealizou e hoje é um cartão postal de Vinhedo, símbolo da fé católica em nosso município.

Postado por: Paroquia Santana
25 de Abril de 2017

Transladação dos restos mortais do Monsenhor Favorino para a Igreja Matriz

Conforme vem sendo anunciado há algum tempo, no mês de Maio nossa Paróquia estará em festa: celebraremos o centenário de Nascimento do Monsenhor Favorino Carlos Marrone, notório sacerdote que esteve conosco durante 60 anos (45 desses anos como Pároco), e das Aparições de Nossa Senhora em Fátima, Portugal, que se iniciaram em 13 de maio de 1917!

Sendo assim, para iniciar a Novena de Nossa Senhora de Fátima, exatamente no dia em que celebraremos os cem anos de nascimento do Monsenhor, no dia 4 de maio haverá a Transladação de seus restos mortais, que começará no Cemitério Municipal às 18h, percorrendo a cidade de Vinhedo com uma grande carreata até a Igreja Matriz de Sant'Ana. A Santa Missa, logo em seguida, está prevista para começar às 19h30.

Isto acontecerá pois o Monsenhor expressou, ainda em vida, seu desejo de ser sepultado na Igreja que ele mesmo idealizou e hoje é um cartão postal de Vinhedo, símbolo da fé católica em nosso município.

Saiba mais acessando o seguinte link: https://www.facebook.com/events/107771163089867/

Postado por: Paroquia Santana
13 de Abril de 2017

Tudo que você precisa saber sobre a Quinta-feira Santa

A liturgia da Quinta-feira Santa é um convite a aprofundar concretamente no misterio da Paixão de Cristo, já que quem deseja seguí-lo deve sentar-se à sua mesa e, com o máximo recolhimento, ser espectador de tudo o que aconteceu na noite em que iam entregá-lo.

E por outro lado, o mesmo Senhor Jesus nos dá um testemunho idôneo da vocação ao serviço do mundo e da Igreja que temos todos os fiéis quando decide lavar os pés dos seus discípulos.

Com a Santa Missa da Ceia do Senhor, celebrada na noite da Quinta-feira Santa, a Igreja dá início ao chamado Tríduo Pascal e faz memória da Última Ceia, quando Jesus, na noite em que foi traído, ofereceu ao Pai o Seu Corpo e Sangue sob as espécies do Pão e do Vinho, e os entregou aos apóstolos para que os tomassem, mandando-os também oferecer aos seus sucessores.
A palavra "Eucaristia" provém de duas palavras gregas "eu-cháris", que significa "ação de graças", e designa a presença real e substancial de Jesus Cristo sob as aparências de Pão e Vinho.

Ele quis que, como em sua última Ceia, seus discípulos se reunissem e se recordassem dEle abençoando o pão e o vinho: "Fazei isto em memória de mim" (Lc 22,19). Com essas palavras, o Senhor instituiu o sacerdócio católico e deu-lhes poder para celebrar a Eucaristia. 

Antes de ser entregue, Cristo se entrega como alimento. Entretanto, nesta Ceia, o Senhor Jesus celebra sua morte: o que fez, o fez como anúncio profético e oferecimento antecipado e real da sua morte antes da sua Paixão. Por isso "quando comemos deste pão e bebemos deste cálice, proclamamos a morte do Senhor até que ele volte" (1Cor 11, 26).

Sendo assim, esta Eucaristia deve ser celebrada com características próprias: como Missa "na Ceia do Senhor".

Nesta Missa, de maneira diferente de todas as demais Eucaristias, não celebramos "diretamente" nem a morte nem a ressurreição de Cristo. Não nos adiantamos à Sexta-feira Santa nem à noite de Páscoa.

Hoje celebramos a alegria de saber que esta morte do Senhor, que não terminou no fracasso mas no êxito, teve um por quê e um para quê: foi uma "entrega", um "dar-se", foi "por algo"ou melhor dizendo, "por alguém" e nada menos que por "nós e por nossa salvação" (Credo). "Ninguém a tira de mim,(Jesus se refere à sua vida) mas eu a dou livremente. Tenho poder de entregá-la e poder de retomá-la." (Jo 10, 18), e hoje nos diz que foi para "remissão dos pecados" (Mt 26, 28c).

Na Celebração da Quinta-feira Santa também há a bênção dos santos óleos usados durante todo o ano pelas paróquias. São três os óleos abençoados nesta celebração: o do Crisma, dos Catecúmenos e dos Enfermos. É um momento de reafirmar o compromisso de servir a Jesus Cristo.

Finalmente, também é realizado o ritual litúrgico do Lava-Pés. Jesus, ao lavar os pés dos discípulos, quer demonstrar Seu amor por cada um e mostrar a todos que a humildade e o serviço são o centro de Sua mensagem; portanto, esta celebração é a maior explicação para o grande gesto de Jesus, que é a Eucaristia. O rito do lava-pés não é uma encenação dentro da Missa, mas um gesto litúrgico que repete o mesmo gesto de Jesus. O bispo ou o padre, que lava os pés de algumas pessoas da comunidade, está imitando Jesus no gesto; não como uma peça de teatro, mas como compromisso de estar a serviço da comunidade, para que todos tenham a salvação, como fez Jesus.

Na Igreja Matriz de Sant'Ana a Santa Missa começará às 19h30.
Postado por: Paroquia Santana
3 de Abril de 2017

Material apresenta pronunciamentos sobre Reforma da Previdência

Com o objetivo de contribuir para o debate a respeito da Reforma da Previdência, apresentada pelo Poder Executivo e em tramitação no Congresso Nacional, o Fórum de Participação da V Conferência de Aparecida, por meio do Centro Ecumênico de Serviços à Evangelização e Educação Popular (Ceseep), apresenta uma série de pronunciamentos de Igrejas, organismos e grupos eclesiais e de bispos a respeito da iniciativa considerada pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) uma escolha do “caminho da exclusão social”.

A entidade que preparou o material considerou a “convergência” nos pronunciamentos a respeito da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287/2016. “Reforma tão radical que afeta a vida de praticamente todos os brasileiros e brasileiras não pode ser tramitada sem audiências públicas e sem um real diálogo com a sociedade brasileira e muito menos ser aprovada de afogadilho por um parlamento politicamente desgastado por denúncias de corrupção e com tão escassa legitimidade moral”, considera o Ceseep.

Ao material foram anexados os artigos 6 e 7 da Constituição Federal de 1988, no seu capítulo dos Direitos Sociais, “no intuito de tornar patente e visível o que se pretende anular desses direitos tão duramente conquistados”.

O material com os pronunciamentos pode ser baixado aqui: http://novo.ceseep.org.br/wp-content/uploads/2017/03/Cadernoreformaprevidencia.pdf

Por CNBB
Postado por: Paroquia Santana
21 de Março de 2017

Confira o vídeo do Terço na Praça

No dia 25 de fevereiro desse ano, a Paróquia Sant'Ana realizou uma Ação Missionária na Praça do Centro de Convivência: a oração do Santo Terço.

Confira, clicando no link, as imagens dessa expressão pública de fé: https://youtu.be/3FWT7lnvXwE
Postado por: Paroquia Santana
6 de Março de 2017

Programação: Quaresma e Semana Santa

Confira a programação da Quaresma em nossa Paróquia, período marcado por penitência, jejum e oração, além de intenso aprofundamento na fé em Jesus Cristo.

QUARTA-FEIRA DE CINZAS: Santas Missas na Igreja Matriz, às 15h e às 19h.

REFLEXÃO DA CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2017: Todas as sextas-feiras da Quaresma, às 19h30, na Igreja Matriz.

SÁBADO, 08/04: Celebração do Sacramento da Reconciliação

DOMINGO DE RAMOS E DA PAIXÃO DO SENHOR: Santas Missas na Igreja Matriz, às 9h30 e às 19h.

SEGUNDA-FEIRA SANTA: Meditação das Dores de Nossa Senhora na Igreja Matriz, às 19h30.

TERÇA-FEIRA SANTA: Santa Missa na Igreja Matriz, às 15h e Celebração do Sacramento da Reconciliação, às 19h30.

QUARTA-FEIRA SANTA: Via-Sacra encenada pelo Grupo de Jovens Rede de Pedro na Igreja Matriz, às 19h30.

QUINTA-FEIRA SANTA, "Instituição da Eucaristia": Santa Missa na Igreja Matriz, às 19h30.

SEXTA-FEIRA SANTA, "Paixão e Morte do Senhor": Celebração da Paixão do Senhor na Igreja Matriz, às 17h.

SÁBADO DE ALELUIA: Santa Missa na Igreja Matriz, às 19h30.

DOMINGO DA PÁSCOA DA RESSURREIÇÃO: Santas Missas na Igreja Matriz, às 10h e às 19h.

Postado por: Paroquia Santana
2 de Março de 2017

O que é a Quaresma?

A Quaresma é o tempo litúrgico de conversão, que a Igreja marca para nos preparar para a grande festa da Páscoa. É tempo para nos arrepender de nossos pecados e de mudar algo de nós para sermos melhores e poder viver mais próximos de Cristo.

A Quaresma dura 40 dias; começa na Quarta-feira de Cinzas e termina na tarde da Quinta-feira Santa. Ao longo deste tempo, sobretudo na liturgia do domingo, fazemos um esfoço para recuperar o ritmo e estilo de verdadeiros fiéis que devemos viver como filhos de Deus.

A cor litúrgica deste tempo é o roxo, que significa luto e penitência. É um tempo de reflexão, de penitência, de conversão espiritual; tempo e preparação para o mistério pascal.

Na Quaresma, Cristo nos convida a mudar de vida. A Igreja nos convida a viver a Quaresma como um caminho a Jesus Cristo, escutando a Palavra de Deus, orando, compartilhando com o próximo e praticando boas obras. Nos convida a viver uma série de atitudes cristãs que nos ajudam a parecer mais com Jesus Cristo, já que por ação do pecado, nos afastamos mais de Deus.

Por isso, a Quaresma é o tempo do perdão e da reconciliação fraterna. Cada dia, durante a vida, devemos retirar de nossos corações o ódio, o rancor, a inveja, os zelos que se opõem a nosso amor a Deus e aos irmãos. Na Quaresma, aprendemos a conhecer e apreciar a Cruz de Jesus. Com isto aprendemos também a tomar nossa cruz com alegria para alcançar a glória da ressurreição.

Isso significa que devemos praticar esses valores apenas no período da Quaresma? Não! Porém, a Igreja, em sua grande sabedoria acumulada durante os séculos, entende que a natureza humana necessita de um "empurrãozinho" para que mudemos de vida, rumo a uma conversão a Cristo. Por isso, dedica-se um tempo litúrgico para que nos preparemos adequadamente para recebermos o Cristo Ressuscitado no Domingo de Páscoa. Ainda assim, devemos viver esta conversão diária durante todo o tempo, e não apenas na Quaresma.

Ontem, 01/03, em sua homilia, o Santo Padre, Papa Francisco, disse: “A Quaresma é um caminho que nos conduz para a vitória da misericórdia sobre tudo o que procura esmagar-nos ou reduzir-nos a qualquer coisa que não corresponda à dignidade de filhos de Deus. A Quaresma é a estrada da escravidão para a liberdade, do sofrimento para a alegria, da morte para a vida. O gesto das cinzas, com que nos colocamos a caminho, nos lembra a nossa condição original: fomos tirados da terra, somos feitos de pó. Sim, mas pó nas mãos amorosas de Deus, que soprou o seu espírito de vida sobre cada um de nós e quer continuar fazendo; quer continuar nos dando aquele sopro de vida que nos salva de outros tipos de sopro: a asfixia sufocante causada pelos nossos egoísmos, asfixia sufocante gerada por ambições mesquinhas e silenciosas indiferenças; asfixia que sufoca o espírito, estreita o horizonte e anestesia o palpitar do coração. O sopro da vida de Deus nos salva desta asfixia que apaga a nossa fé, resfria a nossa caridade e cancela a nossa esperança. Viver a Quaresma é ter anseio por este sopro de vida que o nosso Pai não cessa de nos oferecer na lama da nossa história”.

Que possamos viver uma santa e abençoada Quaresma!



Fontes: Catequese Católica e Rádio Vaticana
Postado por: Paroquia Santana
28 de Fevereiro de 2017

Quarta-feira de Cinzas: Confira a programação das Paróquias de Vinhedo

A Quarta-feira de Cinzas representa o primeiro dia da Quaresma e é uma data com especial significado para a comunidade cristã, pois é um símbolo do dever da conversão e da mudança de vida, para recordar a passageira fragilidade da vida humana, sujeita à morte. Coincide com o dia seguinte à terça-feira de Carnaval e é o primeiro dos 40 dias (Quaresma) entre essa terça-feira e a sexta-feira (Santa) anterior ao domingo de Páscoa.

Neste dia, é celebrada a tradicional missa das cinzas. As cinzas utilizadas neste ritual provêm da queima dos ramos abençoados no Domingo de Ramos do ano anterior. A estas cinzas mistura-se água benta. De acordo com a tradição, o celebrante desta cerimônia utiliza essas cinzas úmidas para sinalizar uma cruz na fronte de cada fiel, proferindo a frase “Lembra-te que és pó e que ao pó voltarás” ou a frase “Convertei-vos e crede no Evangelho”.

Na Quarta-feira de Cinzas (e na Sexta-feira Santa) a Igreja Católica aconselha os fiéis a fazerem jejum e a não comerem carne. Esta tradição já existe há muitos anos e tem como propósito fazer com que os fiéis tomem parte do sacrifício de Jesus. Assim como Jesus se sacrificou na cruz, aquele que crê também pode fazer um sacrifício, abstendo-se de uma coisa que gosta, neste caso, a carne.

Confira abaixo os horários de Missa nesta Quarta-feira de Cinzas na cidade de Vinhedo:

PARÓQUIA SANT'ANA
Às 15h e às 19h30, na Igreja Matriz de Sant'Ana (Centro).

PARÓQUIA SÃO FRANCISCO DE ASSIS
Às 7h, 18h e 20h, na Igreja Matriz de São Francisco de Assis (Vila João XXIII);
Às 20h na Igreja Santo Antonio (Bairro Caixa d'Água).

PARÓQUIA NOSSA SENHORA DE LOURDES
Às 19h30, na Igreja Matriz de N. Sra. de Lourdes (Bairro Capela).

PARÓQUIA SÃO SEBASTIÃO
Às 19h30, na Igreja Matriz de São Sebastião (Bairro Nova Vinhedo).
Postado por: Paroquia Santana
21 de Fevereiro de 2017

Paróquia Sant'Ana: 103 anos de presença cristã em Vinhedo

A Paróquia de Sant’Ana foi criada em 22 de fevereiro de 1914, no Distrito de Paz de Rocinha, pertencente à cidade de Jundiaí, interior de São Paulo, quando por um ato certamente iluminado pelo Espírito Santo, o Bispo Dom Nery assinou o decreto que dava origem à mesma. A singela igreja localizava-se no centro do pequeno povoado, que surgiu próximo à bela Fazenda Cachoeira, da linha férrea e às margens da Estrada da Boiada, rota que ligava os bandeirantes e comerciantes do interior do Brasil à Cidade de São Paulo e ao porto de Santos.

Atualmente, por esta estrada passam modernos automóveis, em contraste com as caravanas de charretes que cruzavam a região na época. A capela, dedicada a Santa Ana teve sua inspiração nos imigrantes italianos que vieram para a região, por conta das atrocidades da Primeira Guerra Mundial que assolavam a Europa.

Como na Itália a tradição reza que a matriarca da família tem grande importância, a igreja foi dedicada à avó de Jesus, a exemplo de várias paróquias deste país europeu que a veneram como padroeira e protetora.
A construção da primeira capela ocorreu no ano de 1898. Com isso, as atividades do Distrito concentraram-se em seu entorno, e assim, prosperava cada vez mais.

Em 1948 o jovem padre campineiro Favorino Carlos Marrone foi destinado a prestar seus serviços como pároco na pequena vila. Este foi o começo de uma bela história: com o crescimento populacional e econômico do Distrito, começou a ser cogitada a emancipação, pois os moradores do local sentiam-se incomodados com o descaso do governo de Jundiaí e entendiam que poderiam “caminhar com as próprias pernas”.

Em 24 de outubro do mesmo ano o movimento deu resultado e o padre foi um dos motivadores mais importantes do processo. O próprio sacerdote revelou que as reuniões aconteciam na sacristia da antiga igreja com os principais líderes de rocinha. A 2 de abril de 1949 a cidade elegia seu primeiro prefeito, Dr. Abrahão Aun, e sob a bênção de Favorino, a cidade recebia o nome de Vinhedo, em decorrência da grande produção de uvas e vinhos, o que conferiu à cidade o título de “terra da uva” posteriormente.

Ainda no mesmo ano, o padre iniciou a obra mais importante da cidade menina: a construção da nova Igreja Matriz. A história nos conta que, quando crianças, Favorino e um amigo conversavam e, enquanto o primeiro contava que seguiria o sacerdócio quando adulto, o outro dizia querer ser engenheiro civil. Ficou combinado que o amigo seria o responsável pela construção de sua igreja. Dito e feito! O projeto foi da autoria deste engenheiro e a obra terminou apenas em 1959, mobilizando praticamente todos os aproximadamente 7 mil habitantes da cidade, que contribuíram desde a doação do terreno até a edificação do telhado. Os mais antigos contam que, na época, o padre e seu amigo eram considerados insanos por projetarem uma igreja de proporções tão grandes, sem nenhum pilar de sustentação para a nave central e de arquitetura bastante moderna. Atualmente, sabemos que os dois foram visionários, pois a igreja se destaca imponente e tem capacidade para mais de 1 mil fiéis. Ainda no período de finalização da obra, a velha matriz foi demolida e atualmente o local onde era construída é a Praça Sant’Ana.

Além do levantamento da Matriz, o padre foi responsável pela criação da Santa Casa de Saúde, ainda hoje o único hospital da cidade, do Lar da Caridade de Vinhedo, que cuida de idosos desamparados, da sede dos Vicentinos, do Coral Santa Cecília, patrimônio imaterial de Vinhedo, ajudou na instalação do Mosteiro de São Bento, criação da tradicional Festa da Uva, sem contar as milhares de celebrações eucarísticas, batismos, catequeses, crismas e casamentos que presidiu. Também foi personagem muito influente no cenário político e social da cidade, onde residiu por 60 anos, e destes, 45 anos foram dedicados exclusivamente ao serviço de pároco. Em 19 de setembro de 1989 foi condecorado pelo papa João Paulo II com o título de monsenhor pelos inúmeros serviços prestados à igreja e à comunidade. O “Santo de Vinhedo”, como era conhecido, faleceu em 23 de agosto de 2009 e até hoje não há família vinhedense que não tenha pelo menos uma história sem ele.

Em 1993, devido às limitações que o Monsenhor contraiu pela idade avançada, foi nomeado pároco o padre João Passadori, que permaneceu no cargo por 17 anos. Ele foi responsável por muitas mudanças, e a mais importante foi a reforma da Igreja Matriz, em que foram trocados os pisos, as portas ganharam belos vitrais e o presbitério foi quase inteiramente revitalizado. Depois dele, foi designado o Padre Clodoaldo Rogério Verdin, responsável por mudanças significativas nas pastorais, movimentos e dinâmica da Liturgia, além de ter reformado as comunidades que compõe a Paróquia. Desde agosto de 2014 o Padre Julio Cesar Calusni é quem guia espiritualmente e comanda a administração da Paróquia.

Atualmente a Paróquia Sant’Ana conta com 5 comunidades, diversas pastorais, a saber, Acólitos e Coroinhas, Catequese (de adultos e de crianças), Crisma, Enfermos, além de iniciativas como o Terço dos Homens, a Legião de Maria, Grupo de Oração, Leitura Orante e o Grupo de Jovens Rede de Pedro.

Em 22 de fevereiro de 2014, a Paróquia Sant’Ana de Vinhedo completou 100 anos de existência e bênçãos!

Lista de Párocos da Paróquia Sant’Ana:
1914 – Pe. Basílio Pires
1918 – Pe. Alberto Motz
1920 – Pe. Isidoro Ermeti
1923 – Pe. Francisco Duenas
1926 – Pe. Manoel Alves
1928 – Pe. Christovam Porphirio De Almeida Alves
1929 – Pe. Pedro Ciardella
1930 – Pe. Vicente Rizzo
1931 – Pe. Henrique De Moraes Mattos
1932 – Pe. Dario Wanderley de Lima
1933 – Pe. Luiz Fernandes de Abreu
1934 – Pe. José Pabon
1935 – Pe. Cassimiro Gomes de Abreu
1935 – Pe. Luiz Saes
1948 – Pe. Favorino Carlos Marrone
1993 – Pe. João Aparecido Passadori
2010 – Pe. Clodoaldo Rogério Verdin
2014 – Pe. Julio Cesar Calusni

Postado por: Paroquia Santana
21 de Fevereiro de 2017

Vagas abertas para cantores(as) no Grupo Paroquial de Canto

O Grupo Paroquial de Canto está com vagas abertas para cantoras e cantores que queiram participar das Solenidades de nossa Paróquia servindo à Sagrada Liturgia.

Requisitos:
- Participar da Igreja Católica Apostólica Romana;
- Ter noções básicas de canto;
- Estar disponível para ensaios e Missas em dias festivos;
- Compromisso e pontualidade.

Lembramos que esta é uma atividade voluntária, onde os dons que Deus concedeu serão colocados a serviço da comunidade!

Para maiores informações, entre em contato pelo número (11) 9 7405 7473 (Celular e WhatsApp).

Postado por: Paroquia Santana
 
Paróquia Sant'Ana 2017. Todos os direitos reservados
Praça Sant'Ana S/N., Centro - Vinhedo/SP
Fone: 19 3886.1972
Labraro criação de sites em Vinhedo, Valinhos, Campinas e região